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terça-feira, maio 13, 2014

terça-feira, outubro 15, 2013

Alô polícia...



Alô,Alô Polícia!
Polícia pode vir
Polícia Belford Roxo, de Duque de Caxias
Polícia Madureira, polícia Deodoro
São Cristóvão, Bonsucesso, da Benfica
Da Pavuna, da Tijuca, de Quintino, do Catete, Grajaú
Polícia do Flamengo, Polícia Botafogo, da Barra da Tijuca
Polícia, Polícia, Polícia, Polícia pode vir

:)

RUMO AO RIO!

terça-feira, agosto 13, 2013

A ligação

Gramado.
Massa italiana. De verdade. Com tudo que temos direito. Era de lamber os beiços.
Ríamos com a felicidade simples de ter saciado o prazer da gula.
O telefone toca. Cai.
Toca. Cai.
Toca mais um vez. Finalmente funciona.
A ligação é breve.
Era o que faltava. Era o parmesão fresco. Era a taça de vinho. Era a sobremesa.
A ligação era.
O futuro é. 
Agora não nos falta nada.

Feliz! 

segunda-feira, maio 06, 2013

Pra se ter um bom dia...


Se viesse acompanhado de um única flor já bastaria.
Pão. Iogurte. Manteiga. Salame e queijo. Simples assim um café da manhã na cama alegra qualquer pessoa. É o que chamo de mimo impagável. Isso porque o café na cama só tem graça quando é elaborado (veja bem não usei a palavra feito, pq fazer já é pedir demais pra muita gente), mas quando ele é elaborado e entregue por alguém que gostamos.
Eu não acharia a mínima graça em receber um café na cama de um garçom ou da empregada. Não. Café na cama bom, tem sentimento. Tem amor. Coisa de família ou de paixão. Sabor que vem do coração.

sexta-feira, março 29, 2013

O prazer de descobrir novidades...

Barbudos, cabeludos e muito bons. Fora a política, o Texas nos surpreende...Com vocês minha descoberta apaixonante do dia: The Bright Light Social Hour. Enjoy it!

PAULADA NAS GUITARRAS...


MAIS UM, FINO DEMAIS COM ESSE BARBUDO...


domingo, março 17, 2013

A kamikase

Eu devia ter uns 6 ou 7 anos pelas minhas lembranças. Foi num daqueles finais de semana na casa da minha dinda - que é sim a minha segunda mãe - que conheci o Furacão. Minha madrinha pegava sempre um vinil e colocava pra gente escutar (e ela sempre teve só o melhor, passando do jazz à mpb). E numa daquelas tardes, e isso me lembro bem, fiquei encantada com a capa do disco "Falso Brilhante", acho que eram o elefantes circenses que me chamaram a atenção. Pedi para ouvir...e quando escutei "Como nossos pais" fiquei pasma. A voz daquela mulher era incrível, intensa, forte, rouca, quis mais. E com o passar dos anos fui querendo e querendo e querendo. Ganhei 'vinils', cds, me trancava no quarto durante a adolescência para cantar Elis. Era mágico. Conheci sua vida lendo biografias, assisti seus vídeos (viva a televisão e seus festivais), descobri que a gaúcha, gremista, temperamental, que amava o Rio de Janeiro não tinha medo de entrar de cabeça nas coisas. Era uma "kamikase". Também pudera: com aquela voz, aquela interpretação e aquele repertório, e uma alma louca dos que amam sem medo a baixinha furiosa era imbatível. E ainda é. Hoje, ela faria 68 anos. E eu vou ver minha dinda. 


"Minha dor é perceber que apesar de termos feito tudo que fizemos...
Ainda somos os mesmos e vivemos como os nossos pais"!

quinta-feira, março 07, 2013

Em menos de 4 meses eu chego lá...;)


As mulheres de 30

O que mais as espanta é que, de repente, elas percebem que já são balzaquianas. Mas poucas balzacas leram A Mulher de Trinta, de Honoré de Balzac, escrito há mais de 150 anos. Olhe o que ele diz:
'Uma mulher de trinta anos tem atrativos irresistíveis. A mulher jovem tem muitas ilusões, muita inexperiência. Uma nos instrui, a outra quer tudo aprender e acredita ter dito tudo despindo o vestido. (...) Entre elas duas há a distância incomensurável que vai do previsto ao imprevisto, da força à fraqueza. A mulher de trinta anos satisfaz tudo, e a jovem, sob pena de não sê-lo, nada pode satisfazer'.

Madame Bovary, outra francesa trintona, era tão maravilhosa que seu criador chegou a dizer diante dos tribunais: 'Madame Bovary c'est moi'. E a Marilyn Monroe, que fez tudo aquilo entre 30 e 40?

Mas voltemos a nossa mulher de 30, a brasileira-tropicana, aquela que podemos encontrar na frente das escolas pegando os filhos ou num balcão de bar bebendo um chope sozinha. Sim, a mulher de 30 bebe. A mulher de 30 é morena. Quando resolve fazer a besteira de tingir os cabelos de amarelo-hebe passa, automaticamente, a ter 40. E o que mais encanta nas de 30 é que parece que nunca vão perder aquele jeitinho que trouxeram dos 20. Mas, para isso, como elas se preocupam com a barriguinha!

A mulher de 30 está para se separar. Ou já se separou. São raras as mulheres que passam por esta faixa sem terminar um casamento. Em compensação, ainda antes dos 40 elas arrumam o segundo e definitivo.
A grande maioria tem dois filhos. Geralmente um casal. As que ainda não tiveram filhos se tornam um perigo, quando estão ali pelos 35. Periga pegarem o primeiro quarentão que encontrarem pela frente. Elas querem casar.

Elas talvez não saibam, mas são as mais bonitas das mulheres. Acho até que a idade mínima para concurso de miss deveria ser 30 anos. Desfilam como gazelas, embora eu nunca tenha visto uma (gazela). Sorriem e nos olham com uns olhos claros. Já notou que elas têm olhos claros? E as que usam uns cabelos longos e ondulados e ficam a todo momento jogando as melenas para trás? É de matar.

O problema com esta faixa de idade é achar uma que não esteja terminando alguma tese ou TCC. E eu pergunto: existe algo mais excitante do que uma médica de 32 anos, toda de branco, com o estetoscópio balançando no decote de seu jaleco diante daqueles hirtos seios? E mulher de 30 guiando jipe? Covardia.

A mulher de 30 ainda não fez plástica. Não precisa. Está com tudo em cima. Ela, ao contrário das de 20, nunca ficou. Quando resolve, vai pra valer. Faz sexo como se fosse a última vez. A mulher de 30 morde, grita, sua como ninguém. Não finge. Mata o homem, tenha ele 20 ou 50. E o hálito, então? É fresco. E os pelinhos nas costas, lá pra baixo, que mais parecem pele de pêssego, como diria o Machado se referindo a Helena, que, infelizmente, nunca chegou aos 30?

Mas o que mais me encanta nas mulheres de 30 é a independência. Moram sozinhas e suas casas têm ainda um frescor das de 20 e a maturidade das de 40. Adoram flores e um cachorrinho pequeno. Curtem janelas abertas. Elas sabem escolher um travesseiro. E amam quem querem, à hora que querem e onde querem. E o mais importante: do jeito que desejam.

São fortes as mulheres de 30. E não têm pressa pra nada. Sabem aonde vão chegar. E sempre chegam.

Chegam lá atrás, no Balzac: 'A mulher de 30 anos satisfaz tudo'.

Ponto. Pra elas.
Mário Prata

sexta-feira, dezembro 28, 2012

84 reais

Nunca pensei que veria algo tão bonito e encantador. Férias. Cidade do Rio de Janeiro. Calor. A casa estava lotada. Arquitetura e decoração incríveis. Afinal, era uma construção de 1909 -  e eu levei 103 anos para conhecer a beleza desse lugar: Teatro Municipal. Primeiro ato. 
Assim que as luzes se apagaram as cortinas abriram e um cenário lindo apareceu. Aos poucos bailarino por bailarino entrando em cena...numa sincronia perfeita, com total entrosamento estético. Mas para que tudo isso ficasse tão bonito foi preciso aliar à beleza do ballet a música clássica. Uma orquestra executava Tchaikovsky. Eu, meus ouvidos e meu coração no paraíso. Sopros, metais, cordas e aquele som enfeitiçador que vinha da harpa. O conjunto da obra só podia ter resultado numa das expressões artísticas mais belas que presenciei. Segundo ato. 
É como se congelassem o tempo e eu estivesse tão envolvida naquela apresentação que nada de ruim poderia acontecer ali.  E de fato, nada aconteceu. O corpo de baile executou toda a peça com leveza,  técnica e perfeição. Não houve erro em nenhum pas de deux (aquela hora que o casal de bailarinos dança junto). E sei disso, porque, como filha de uma bailarina aprendi muito sobre dança e claro dancei ballet durante seis anos. Não que eu seja alguém que hoje saiba executar um simples plie com dignidade, não, não consigo, mas vendo tudo aquilo não tinha como não saber que estava absolutamente tudo em ordem, no seu devido lugar. Ah, não posso esquecer dos músicos, escrevo esse post ouvindo a obra do russo Tchaikovsky e me lembrando da execução musical, coro e regência da orquestra. Esses músicos, um dia, ainda me matam do coração. Claro que a composição era uma velha conhecida, que muitos aqui já ouviram no trecho do clássico Fantasia da Disney, que conheci ainda criança. Vai ver vem de lá meu gosto pela música clássica. Ah, eu falei do autor mas não citei a composição em questão. Vi e ouvi "O quebra nozes". Um épico. Uma história natalina de encanto e alegria. É impossível não ver e sentir a beleza da arte  depois de duas horas de puro fascínio e beleza. E tudo isso de forma tão acessível.  Foram apenas 84 reais. Os mais bem gastos em quase 30 anos de vida. Um viva aos que trabalham - e muito - para deixar a cultura disponível para pessoas como eu e você.

domingo, dezembro 16, 2012

terça-feira, dezembro 04, 2012

Antes que o mundo acabe...

Eu quero
Estar nos teus braços
Tomar banho de mar
Ler poesia
Comer sashimi de salmão
Dançar rock com a Helena
Embalar o Joaquim na pracinha
Falar bobagens
Rir com a turma Deti Metal da Famecos
Andar de skate
Correr de noite na praia
Ganhar uma chuva de beijos
Estender a cama com lençóis novinhos
Continuar amando minha louca profissão
Manter a cartilagem dos meus joelhos
Contar sempre a verdade
Ganhar um presente inesquecível
Ver meu pai
Lembrar da minha mãe
Abraçar meus amigos
Sentir o vento no rosto
Caminhar no meio do mato
Ser a única vencedora do Jorgite
Parar com o chocolate
Voltar pro Yoga
Receber flores
Limpar a casa
Lavar a alma
Gargalhar
Sambar na Portela (Eu nunca vi coisa mais bela)
Um novo desafio
Beijos de tirar de fôlego
Doudas aventuras
Te amar!

quinta-feira, novembro 29, 2012

terça-feira, novembro 27, 2012

Dessas músicas que resumem minha vida...





Me gusta estar a un lado del camino
fumando el humo mientras todo pasa
me gusta abrir los ojos y estar vivo
tener que vérmelas con la resaca
entonces navegar se hace preciso
en barcos que se estrellen en la nada
vivir atormentado de sentido
creo que ésta, sí, es la parte mas pesada

en tiempos donde nadie escucha a nadie
en tiempos donde todos contra todos
en tiempos egoístas y mezquinos
en tiempos donde siempre estamos solos
habrá que declararse incompetente
en todas las materias de mercado
habrá que declararse un inocente
o habrá que ser abyecto y desalmado
yo ya no pertenezco a ningún istmo
me considero vivo y enterrado
yo puse las canciones en tu walkman
el tiempo a mi me puso en otro lado
tendré que hacer lo que es y no debido
tendré que hacer el bien y hacer el daño
no olvides que el perdón es lo divino
y errar a veces suele ser humano

no es bueno hacerse de enemigos
que no estén a la altura del conflicto
que piensan que hacen una guerra
y se hacen pis encima como chicos
que rondan por siniestros ministerios
haciendo la parodia del artista
que todo lo que brilla en este mundo
tan sólo les da caspa y les da envidia
yo era un pibe triste y encantado
de Beatles, caña Legui y maravillas
los libros, las canciones y los pianos
el cine, las traiciones, los enigmas
mi padre, la cerveza, las pastillas los misterios el whiskymalo
los óleos, el amor, los escenarios
el hambre, el frío, el crimen, el dinero y mis 10 tías
me hicieron este hombre enreverado

si alguna vez me cruzas por la calle
regálame tu beso y no te aflijas
si ves que estoy pensando en otra cosa
no es nada malo, es que pasó una brisa
la brisa de la muerte enamorada
que ronda como un ángel asesino
mas no te asustes siempre se me pasa
es solo la intuición de mi destino

me gusta estar a un lado del camino
fumando el humo mientras todo pasa
me gusta regresarme del olvido
para acordarme en sueños de mi casa
del chico que jugaba a la pelota
del 49585
nadie nos prometió un jardín de rosas
hablamos del peligro de estar vivo
no vine a divertir a tu familia
mientras el mundo se cae a pedazos
me gusta estar al lado del camino
me gusta sentirte a mi lado
me gusta estar al lado del camino
dormirte cada noche entre mis brazos
al lado del camino
al lado del camino
al lado del camino
es mas entretenido y mas barato
al lado del camino
al lado del camino

quinta-feira, agosto 16, 2012

Les soir ou Les illusions perdus

Passaram-se alguns anos e aquela imagem continuava na minha memória. Horizontal, absoluta, linda. Percorri sites e mais sites procurando por ela. Até que lembrei que durante a visita ao Louvre eu escrevi numa caderneta o nome do pintor o ano e o nome da tela. Tarefa difícil foi encontrar a dita cuja, a caderneta. Mas agora, agorinha mesmo, no meio de uma arrumação no meu chamado "quarto de vestir", ou melhor "quarto da bagunça", eu encontrei. Revirei as folhas afoita e no alto de uma página, escrito a lápis estava o nome de Charles Gleyre, Paris 1874. Corri pro google, digitei e lá aparece o lindo lindo lindo quadro que há anos dá voltas na minha mente. 

                                              Eis a pintura, linda e que sou apaixonada...

E detalhe, no meio da minha pesquisa descobri que o Charles Gleyre é o famoso professor de Renoir e Monet, ele na verdade é o pai do impressionismo. Para saber mais clique aqui

segunda-feira, agosto 06, 2012

E que venha o "islã das luzes"


            Um dia todos os homens vão amar e respeitar suas mulheres, seja aqui ou naquele oriente machista e opressor que enfia burca nelas. Pelo menos é o que passou na minha cabeça quando vi esse filme.  
            O longa "La source des femmes", do diretor romeno Radu Mihaileanu (o mesmo do engraçadíssimo "O concerto" ) usa o humor para narrar o drama e a guerra entre os sexos numa aldeia muçulmana no Magreb, norte da África. Inteiramente falado na língua árabe, a coprodução da França, Bélgica e Itália concorreu à Palma de Ouro em Cannes de 2011. E mereceu viu!
           Musical e festivo "A fonte das Mulheres" lança um olhar diferente sobre o islã. Mostra que existem sim, pessoas capazes de revolucionar a sociedade careta e estúpida que reina por lá. Na pequena aldeia, que vive do turismo porque a seca, o desemprego e a falta de vontade política deixaram eles parados no tempo, as mulheres são obrigadas a realizarem o trabalho pesado. Como por exemplo, buscar a água no alto de uma colina. Sempre levando baldes nas costas várias delas  - inclusive grávidas - caem,  se machucam e algumas perdem os filhos. 


           Cansada disso a forasteira Leila ( Leila Bekhti, de "O profeta"), uma das raras mulheres que sabe ler, lidera uma greve de sexo, procurando forçar os homens locais a se mexerem para resolver os problemas do povoado. A greve vira quase uma guerra. 
O marido de Leila, Sami (Saleh Bakri, "A banda"), está entre os homens liberais, é professor, ensina a mulher a ler, respeita os arroubos da amada e tolera o passado da jovem. É um exemplo de árabe, islamita, ou que seja, a ser seguido. Porém dezenas de homens da aldeia recebem a idéia com intolerancia e impaciencia e partem para agressão. Lá pelas tantas, por ser tratar do mundo árabe, a questão religiosa tenta se impor.
           O filme trata de assuntos sérios, e são as canções (que no início me deixaram em dúvida se deveriam ser inseridas ou não), que tornaram a história mais leve. Afinal, como tratar de assuntos que afrontam o fundamentalismo religioso, cultural e social?! Para o diretor, não houve problemas, acho que ele colocou o dedo na ferida certa principalmente em uma época onde vimos várias rebeliões e quedas de líderes no mundo árade (Síria, Egito). 
         Religião, cultura, atraso, machismo, opressão e vitória. Os ingredientes certos para mostrar que "o islã das luzes" está por vir, e nele homens e mulheres serão todos iguais. 



sexta-feira, julho 20, 2012

(e são poucos)

















Vamos!
Corram!
Imperativos.
Hiperativos.

O mundo é deles.
Ao meu redor.
Cantam, confabulam.
Choram, crescem.

Nada me dói tanto quanto magoá-los.
O riso deles é a melhor parte do meu dia.
E os dias são high high high
E em alguns segundos nem.

Colhem o melhor da vida
Vão embora
Constroem lares
Geram filhos.

Não sei como
Nem por causa de quê
Comem relativamente pouco
Bebem muito
Ou já beberam

Uns tem a pele rosada
Outros cachos negros
Algumas covinhas
Outras pintinhas

São todos tão únicos
Mas simultaneamente tão meus.

Amo-os
(e são poucos)
Para sempre
Meus amigos.

quinta-feira, fevereiro 09, 2012

Você tem medo de querer....me amar!


Você diz que eu te assusto
Você diz que eu te desvio
Também diz que eu sou um bruto
E me chama de vadio
Você diz que eu te desprezo
Que eu me comporto muito mal
Também diz que eu nunca rezo
Ainda me chama de animal

Você não tem medo de mim
Você não tem medo de mim
Você tem medo é do amor
Que você guarda para mim
Você não tem medo de mim
Você não tem medo de mim
Você tem medo de você
Você tem medo de querer ?

Você diz que eu sou demente
Que eu não tenho salvação
Você diz que eu simplesmente
Sou carente de razão
Você diz que eu te envergonho
Também diz que eu sou cruel
Que no teatro do teu sonho
Para mim não tem papel

Você não tem medo de mim
Você não tem medo de mim
Você tem medo é do amor
Que você guarda para mim
Você não tem medo de mim
Você não tem medo de mim
Você tem medo de você
Você tem medo de querer...me amar

quinta-feira, dezembro 22, 2011

Caro Emerald


Ela tem 30 anos, é holandesa e arrebatou meu coração. Caroline Esmeralda Van Der Leeuw se formou em 2005 no Conservatório de música de Amsterdam e adivinhem, é especialista em jazz. Mas de lá para cá, seu jazz não ficou nos clássicos da divas. Nananinanão, ela misturou os bebops jazzy ao pop e fez um som bem "have a nice day". Com um estilão vintage, uns quilinhos a mais e muita sensualidade Caro Emerald também vai conquistar seus ouvidos, e porque não, seu coração?! Confira dois clipes incríveis da mocinha... Back it up foi o som de estréia e Night like this trilha de um comercial da Martini que bombou na Europa. Veja!
Bom né?!