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quarta-feira, julho 17, 2013

Cosmos na TV em 2014

A antiga série dos anos 80 voltou. Com tecnologia e mais conhecimento. Me perguntem um sonho?! Fazer algo como "Cosmos" na televisão.

The new trailer for COSMOS: A Space-Time Odyssey has been released! (Now with voice-over from Carl Sagan)



Coming in 2014.

‪#‎Space‬ ‪#‎COSMOS‬ ‪#‎CarlSagan‬ ‪#‎NeildeGrasseTyson‬ ‪#‎PaleBlueDot‬

terça-feira, abril 30, 2013

O magnético

Percebi a importância dele ainda na adolescência. Fui questionar a família  e descobri que foi por causa dele que vocês me chamam assim: Priscilla. Meus pais eram fãs de rock, para minha surpresa - descobri  agora - na idade adulta. Ela, a bailarina. Ele, o hidrólogo. Dois mundos diferentes, mas que com a convivência foram percebendo as semelhanças. E a música era uma delas. Foram a shows. E também tiveram uma juventude ao som do melhor que o mundo da música poderia oferecer:  Beatles,  Rolling Stones e ele - o Rei do Rock - Elvis Presley.

De couro é para matar a Wonder moça aqui...


Ainda menina eu ouvi muito "Kiss me quick" (a música favorita do meu pai) e Suspicious Minds (a 'fave' da mamãe). Com o advento do dvd ganhei uma coleção com shows e vídeos do Elvis e desde então ele entrou na minha vida com intensidade. Mas agora, em 2013, eis que pela primeira vez assisti um "The Elvis Tribute" - com o cover mais foda do cara. Foi uma experiência maravilhosa. Um espetáculo de dança, voz, música e homenagem. Foram quase 2 horas com as músicas que fizeram dele, mesmo trinta anos depois, o artista solo com o maior número de hits nas paradas mundiais, e mais, ele é o maior recordista em vendas de discos até hoje (ui). E foi ali, na confortável cadeira do teatro que percebi: nossa o cara é O CARA! Fico imaginando as pessoas que viram o verdadeiro. E ao ficar na internet assistindo os velhos registros dele (viva a televisão e o cinema que eternizam TUDO) cheguei a uma conclusão. Elvis não tinha só carisma, potência vocal e um rebolado de cair o queixo. Não, ele era mais que aquele rapaz com o rosto de traços perfeitos e roupa de couro. Ele prendia, hipnotizava. Ele era - definitivamente-  magnético.

Aqui um show completo, já nos anos 70, mais tiozão!



E que toda Priscilla tenha um rei.
A do Presley, foi rápida, teve o do rock. ;)

terça-feira, fevereiro 12, 2013

Mais um carnaval tri legal

















Voltando ao Rio de Janeiro para a temporada dos blocos...Desta vez teve muito rock'n'samba no 
centrão do Rio. Oh a foto linda da piratinha aqui na Rua do Comércio, bem pertinho do histórico Arco do Teles. Essa parte antiga da cidade é a mais apaixonante! : ) 

domingo, outubro 16, 2011

A guerra sob o olhar de uma criança

Eu nunca gostei dos filmes de guerra, principalmente daqueles nos campos de batalha, metralhadoras disparando relâmpagos, sangue voando pela tela, mutilação e dor. A idéia de ter uma guerra me assusta e deprime. Mas decidi encarar o filme de 1987 o Império do Sol, do Spielberg e, finalmente encontrei uma história de guerra fascinante e dramática, e que - aliás - é inspirada num livro semi-biográfico. Durante a II Guerra Mundial, um menino de 11 anos é o protagonista e o sobrevivente de um dos momentos mais terríveis do mundo moderno.
Christian Bale é ator principal da história. Ainda menino, escolhido a dedo pelo diretor, o inglesinho - na sua estréia no cinema - dá um show de interpretação e marca para sempre sua carreira talentosa na sétima arte.
A guerra ainda violenta, dura, insana, sob o olhar de uma criança pode ter beleza, poesia e doçura. Vale conferir!

sexta-feira, setembro 10, 2010

Boris


É num casarão de 1918 na esquina da Avenida Osvaldo Aranha com a Rua Santo Antônio que está localizado o melhor restaurante de Porto Alegre (pelo menos até agora). No coração do Bom Fim funciona o Boris. Uma idéia da empresária Luciane Seligman (dona do Muffuleta Bar) e do incrível chefe de cozinha Pepe Laytano. São apenas 25 mesas e 100 lugares num ambiente aconchegante, simples e agradável. No mezanino estão pouquíssimas mesas e um canto reservado para a música ao vivo. Jazz, mpb e world music sempre estão nos ares do Boris. Mas tirando tudo isso o que é a grande sacada do lugar - e é isso é o que todos restaurantes tem que ter - é a comida. Ahn, gastronomia mediterrânea. Saborosa. Divina. Pedi um filé ao molho de figos e vinho tinto...um absurdo de delicioso, só de pensar nele começo a salivar. A sensação ao "comer um prato" do Boris é o prazer de saborear o alimento na sua totalidade. E além dessa orgia gastronomica o Chef vai em cada mesa ver se o cliente está feliz com a comida. Respeito e satisfação. Impossível sair do Boris e não se sentir bem tratado. Ahm, todos se perguntam: mas quem diabos é o Boris? É o avó da proprietária, que nasceu na Moldávia mas imigrou para o Brasil. O nome, o local, o astral, tudo deu certo....principalmente a criativa e deliciante cozinha de seu Pepe Laytano, mágico das panelas.

domingo, agosto 08, 2010

Un prophète, de Jacques Audiard

Quando desviava o meu olhar procurando o ombro companheiro percebi que casais de média idade deixavam a sala de cinema. O sangue parecia jorrar da tela para nossas comôdas cadeiras. Não me assutaria com aquilo, mas a violência do take era extrema, e foi a única em quase 3 horas de filme que tirava as minhas jaboticabas do telão. Os idiomas que eu ouvia me davam um prazer sonoro que ainda não sei explicar , era francês, córsego e árabe. Um deleite para quem cansa de assistir e ouvir sempre filmes em inglês. Mas não foi só isso, era ele. Ele. Ele. Ele. O ator principal. Jovem, desconhecido, hipnótico. Tamar Rahim vivenciou Malik El Djebeena - o protagonista - com tanta intensidade que não parecia estar interpretando uma simples história sobre os sistema carcerário. Fiquei ali. Concentrada. Me lembrava que há duas semanas visitei as entranhas do Presídio Central de Porto Alegre. Toda prisão é um castigo onde se pratica a arte da sociabilidade extrema (ou não). Em um cárcere é matar ou morrer. E nesse caso, no filme O Profeta o personagem principal queria viver. Não vou entregar o conteúdo do filme, assim, de bandeja, acho até chato resenhas que contam a trama. Prefiro deixar as minhas mais claras e sinceras impressões. O profeta é simplesmente um dos melhores filmes para entender a vida e o desenvolvimento humano. Forte, marcante, verdadeiro. Ganhou 9 "césar" - o Oscar do cinema na França. E merecia mais, muito mais.

sábado, agosto 07, 2010

Tarantinesca

Ele faz tudo do jeito que eu gosto. Usa a cultura pop ao extremo. Filma com voracidade. Não gosta de preciosismos ou perfeição. Pira. Enlouquece em tramas ora bizarras, ora empolgantes. Ama mulheres bonitas e pés mais bonitos ainda. Sempre escolhe o produtor musical com maestria (lembra do RZA?!).E todas as trilhas de seus filmes são marcantes. Cães de Aluguel, Kill Bill, Pulp Fiction, Bastardos Inglórios e agora o À prova de morte são (pra mim) os filmes mais bacanas do Tarantino. Sim, adoro o nonsense bem filmado do cara. "Death Proof" é mais um daqueles filmes que quem não dá nada por ele, acaba adorando no final. Kurt Russell estava sensacional ao lado do time de gostosonas escaladas por Quentin. Enredo, timming, fotografia, tudo no devido lugar. No meu entendimento, nos últimos filmes Quentin tem se mostrado uma espécie de justiceiro. Todas as tramas tratam de algo horrível que, mais cedo ou mais tarde, acaba por ser vingado. Violência, sensualidade, bons diálogos e é claro uma história maluca, resultado: gosto de tudo isso.O Tarantino bem que podia filmar por aqui. Meus pés agradeceriam ;)

terça-feira, abril 27, 2010

Salão de Festas

Coisa boa é invadir de graça, sem disfarce e ficar plenamente infliltrada no meio da torcida deles. Pensei que aquele jogo seria dos bons. Quando decido uma coisa sigo até o fim, até a pé, pro que der e vier. Na chegada caminhando a passos largos com uma amiga, mesmo crespa e de óculos encontrei conhecidos, velhos colegas, todos admirados com a mosqueteira passando batido entre o turbilhão rival. Mas o crachá e as credenciais davam ar de respeito, de outra prática desportiva. Podiam pensar que eu estava no lugar errado, até quiseram minha atenção com chamariscos e num engraçado moça da Formula 1 (Ahn, quem me dera ser Nicole). Mas não, entre todos colorados, meu coração, atenção e olhares já tem dono. Dois. Um por força genética. Outro por escolha sentimental. Vá entender! Mas eles, os meus dois amores não estavam em jogo. Quem estava era o amor devocional, aquele amor furioso, pelo Imortal. E bastou eu entrar nas arquibancadas pros 11 caras do meu time flutuarem em campo. Vaias alheias. Risos internos. Bola rolando. A pressão era dos adversários, eu estava contida. Resmungando. A chuva apertou. Era um sinal. Um bom sinal. O que mais me fazia parar e pensar não era a jogada dura dos atacantes rubros nem mesmo o meu meio de campo evasivo. Não. Era a torcida alheia. No jornalismo já mostrei essa mesma torcida entusiasmada, festiva. arrogante. Mas num dia de clássico, ela estava apagada, quieta, letárgica. De um lado ouvia apenas o agito da popular. Mas o entusiasmo e o barulho como de uma escola de samba estava bem perto de mim, com o fiel povo da Geral. Eles não pararam nos 90 minutos de jogo. Já os expectadores da outra, estavam quietos, silenciosos, only watching, you know.... Perderam o mojo ou seriam sempre assim bunda moles e admiradores de um futebol balé?! Bom, nós não, aqui do lado da Azenha, somos mais truculentos, aguerridos, vai ver é por isso que temos um exército tricolor. Cheguei a uma conclusão franca: "eles podem até ter um baita time, mas nós, só nós temos, indiscutivelmente, a MELHOR torcida". Intervalo. A chuva forte fez todo o povo correr pra copa. Fui junto. Voltamos pro mesmo lugar, debaixo de um pau d'agua daqueles. Cabelos, roupas, tênis, tudo molhado. Olhei pro lado e disse: vai valer a pena esse banho de chuva. E nooooooooooossssa, como valeu. Metemos dois golaços de cabeça neles. E agora? O que faria eu? Sentada com os inimigos? Como comemorar cada rede balançada??? Da maneira mais agressiva possível, oras...com xingamentos. E claro, eu nunca xinguei alguém com tamanha euforia e felicidade no mundo. Eu pulava sozinha chamando o meu jogador de FDP...foi hilário e renovador. A chuva, os gols, a vitória, ficamos de alma lavada. E sabem, não me importa ser campeã de tudo, porque eu só vim ao mundo pra sentir o gostinho de ganhar deles, e o melhor: dentro da casa deles. É, nosso salão de festas, definitivamente, merece uma reforma - pra como sempre - bem nos receber. =D

segunda-feira, abril 19, 2010

Give Peace a Chance

Adorei. Primeiro por se tratar de um documentário. Segundo por envolver música. Terceiro, história. E quarto um Beatle. Os EUA X John Lennon é uma produção que cobre o período de 1966 a 1976, uma década marcada pela Guerra do Vietnã, a perseguição do governo americano aos ativistas e a renúncia do presidente Nixon. E foi nessa época que John conheceu e se apaixonou por Yoko Ono. Também foi quando eles se engajaram na luta pela paz e o fim da guerra. Com imagens da época e depoimentos de ex-agentes do FBI, jornalistas e pessoas que acompanharam os fatos, o documentário mostra como agia e pensava o ex-beatle, que vai para Nova York e se torna um ativista convicto, se envolvendo com líderes revolucionários, como os Panteras Negras. Agora, ficou mais fácil entender as letras de Lennon (Revolution, Give Peace a Chance, Imagine) não só por causa do contexto histórico, mas por ser um ícone da música, mostrando que não era apenas um garoto rebelde de Liverpool que sabia muito bem fazer rockandroll. Sensacional.

quinta-feira, abril 15, 2010

4 gurias














Estamos todas radiantes, saltitantes com a descoberta de que nossa amiga Miss tem uma menina linda no ventre. A euforia foi tanta que não conseguimos segurar as piadinhas infames, os mimos de antemão, e a briga pelos nomes (Martina, Martina!!!). Enfim, na foto eu e Lu Mismas estamos abraçadas nas duas loiras das nossas vidas: Kell e sua neni. =)

quinta-feira, abril 08, 2010

Quinta Quente I Edição

Você arruma a casa. Limpa aqui, tira um pó dali. Prepara o menu com antecedência. Dias antes vai ao super e sempre esquece de algum ingrediente. No dia D, corre do trabalho desesperadamente para preparar os quitutes. E olha lá que não sou uma chef de cozinha. Mas cortar cada coisinha, escolher os temperos, inventar molhos, se deliciar com o barulho do liquidificador para fazer um doce são pequenos prazeres. Prazeres de quem prepara algo com as mãos e o coração. Mesmo comprometendo o esmalte bacanudo por causa da louça pra lavar, eu gosto dessa função toda. No meu cardápio bolei um lombinho ao molho de laranja e cerveja, um fricasse slim, arroz menino e o meu wonder cheesecake. Servi tudo. Convidados provaram. E o melhor: só ganhei elogios. Decidi provar com a isenção alheia, como se fosse uma convidada e nossa, a conclusão foi surpreendente: eu cozinho bem pra caralh*. Ainda falta muito pra fazer um carré flambado ao vinho e maçãs, mas dar o primeiro passo, para pessoas que você definitivamente adora, vale muito a pena. A Quinta Quente - orgias gastronômicas e etilicas na casa da Pree vai acontecer uma vez por mês. Por isso, pegue sua senha e quando o sino tocar já saiba: grite bingo e o último a sair apaga as velas!

Menu (sucesso de público) dessa semana:
Lombinho ao molho de cerveja e laranja (Feito durante 3 horas no forno convencional, temperado com manjericão e regado a suco de laranja e cerveja nobre).
Fricasse Slim ( Especialidade da Casa*, prato preferido de Marcus Reis)
Arroz menino (Soltinho, leve, sem muito sal, com mini cenouras cortadas)
Wonder Cheesecake (Inexplicável gostosura! Teve grávida que não acreditou na capacidade da mulher maravilhaaaa).