'S Wonderful! 'S Marvelous! You should care for me! 'S awful nice! 'S paradise! 'S what I love to see!
quinta-feira, setembro 19, 2013
O evangelho segundo Jesus Cristo
"Deserto é tudo quanto esteja ausente dos homens, ainda que não devamos esquecer que não é raro encontrar desertos e securas mortais em meio a multidões".
"Olharei a tua sombra se não quiseres que te olhe a ti, disse-lhe , e ele respondeu, Quero estar onde a minha sombra estiver, se lá estiverem teus olhos".
Saramago, o foda.
E atenção >>> a primeira página do livro diz tudo: A Pilar.
Viva o amor!
Sem mais.
sexta-feira, setembro 13, 2013
Apenas começando
quinta-feira, maio 16, 2013
Burning fever of my blood
quinta-feira, maio 02, 2013
Em nosso sangue há algo do mar...
Lawrence Ferlinghetti, em Amor nos tempos de fúria.
segunda-feira, março 18, 2013
The danger of a single story
"The single story creates stereotypes, and the problem with stereotypes is not that they are untrue, but that they are incomplete. They make one story become the only story.”
Chimamanda Ngozi Adichie
segunda-feira, janeiro 02, 2012
Não vou dizer nada, quase nada
quinta-feira, junho 09, 2011
Fernando Pessoa
segunda-feira, novembro 22, 2010
Um documentário de amor, a definitiva União Ibérica
terça-feira, setembro 28, 2010
É possível fazer mel sem partilhar o destino das abelhas?
sábado, setembro 04, 2010
A elegância do ouriço

quarta-feira, agosto 25, 2010
Tá chegando...

QUINTA-FEIRA NA LIVRARIA NOBEL DO TOTAL >>>> LANÇAMENTO DO LIVRO
Pra entender o livro, sem cabecismo, é claro:
"A vida de Otto, pintor sem perspectivas, tem as mesmas cores do céu azul acinzentado dos dias de inverno. Quando a reserva de dinheiro acaba, ele pede um emprego para o amigo de infância, que trabalha para o governo. É essa reviravolta, atuando como instrutor de pintura no Centro Popular de Cultura, que fará com que ele conheça e se envolva com Sophia, uma de suas alunas, casada com um homem perigoso. Confuso, ele é arrastado para essa relação conturbada, sem saber se conseguirá (ou mesmo se quer) salvar Sophia. No mesmo prédio em que mora, outra tentação ronda seu apartamento: a vizinha adolescente Berta, que entre bolos de chocolate e café, também atua como confidente de Otto.
O livro exigiu a dedicação de muitos anos do autor. Em 2003, na sua primeira versão, recebeu uma menção honrosa no I Prêmio Casa de Cultura Mario Quintana. Sob o Céu de Agosto é ambientado numa espécie de cidade fictícia, onde os personagens vivem sob o olhar sempre atento de um tipo de ditadura de esquerda. O texto de Gustavo Machado é preciso e narra, com muita propriedade, este enredo policial. A presença de sexo, sangue e mistério, porém, torna-se secundária na trama que levanta, de forma indireta e despretensiosa, algumas das mais recorrentes questões do humanismo".
“Gustavo narra bem. Sabe envolver, manter o suspense e leva o leitor pela mão. Tem sexo, sangue e mistério na sua história. São bons ingredientes para uma ficção. Seu personagem é um pintor. Gustavo pinta boas cenas. Tem bom ouvido para diálogos. Dá para sentir uma pessoa real falando. É seu primeiro livro. Ele tem tudo para se impor na cena dos chamados novos escritores gaúchos.” Juremir Machado da Silva
Não é qualquer um que ganha uma orelha do Juremir né?! Parabéns Gus!
domingo, agosto 22, 2010
Orgulho
terça-feira, agosto 03, 2010
Individualismo e rebeldia: Kierkegaard
Ao longo do século 20, poucas correntes filosóficas fizeram tanto sucesso quanto o existencialismo – escola de pensamento que sublinha, entre outras coisas, a reflexão sobre o absurdo da vida humana, deixando de lado a busca pela verdade suprema ou o bem absoluto. Após duas guerras mundiais, genocídios, fracassos ideológicos e algumas bombas atômicas, esse elegante evangelho do desespero caiu no gosto de pensadores profissionais e leigos. No século passado, a figura mais célebre do cânone existencial foi sem dúvida o mandarim materialista Jean-Paul Sartre: graças a ele, o existencialismo acabou associado a um ateísmo militante que, em momentos extremos, beira a intolerância contra qualquer forma de religiosidade (os atuais chiliques contra o véu islâmico na França são exemplos disso). Vale lembrar, no entanto, que o pai do pensamento existencialista moderno não foi um ateu, nem mesmo um agnóstico, mas um homem fervorosamente religioso que via no cristianismo sincero uma afirmação de individualismo e rebeldia: o dinamarquês Soren Kierkegaard (1813-1855). sábado, julho 17, 2010
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quarta-feira, maio 26, 2010
Um livro para cada ocasião
terça-feira, novembro 10, 2009
É bem nessas...
(Daniel Galera, em Manual para atropelar cachorros)
sexta-feira, abril 24, 2009
Primeira carta
Trecho de uma das declarações da apaixonada Mariana Alcoforado, em Cartas Portuguesas. A maluca viveu uma paixão proibida e na solidão do convento escreveu as frases mais valiosas e violentas sobre um amor arrebatador.
segunda-feira, julho 21, 2008
Livros e mais livros
Mas enfim, a cada ano que passa o número de brincos e pulseiras aumenta, mas o que sempre cresce numa reprodução digna de coelhos é a minha biblioteca! Foram oito novos livros. E a traça não resistiu e já começou a devorar algumas folhas dos exemplares de Fabrício Carpinejar em seu lindo O amor esquece de começar. E no trajeto trabalho-casa, casa-trabalho leio com extremo prazer a obra de Eugênio Bucci: Em Brasília 19 horas. Além desses eu ganhei Ave, Pássaro; Adeus China; Sex and The City; O Colar de Veludo; Maiakovski (que eu amooo) e o incrivelmente minha cara: Elas gostam de apanhar, do poderoso Nelson Rodrigues (essa Cibeleeee...tsc tsc tsc).




