Eu tenho mesmo aprendido muito sobre o amor. Mas meu espírito segue cravejado de dúvidas. Uma fase, talvez, meio socrática, na linha do só sei que nada sei. Eu teria tanto a dizer sobre o turbilhão de sentimentos que sinto...Teria não, tenho. Lá no fundo as coisas são bem simples, muito mais do que se imagina. O supermercado me acalma. O impulso desenfreado do consumo é uma válvula de escape. Daquelas bem sem-vergonhas e que te fazem comprar bicicletas e grills. Caminhar não alívia, pois se o corpo físico cansa, a mente - essa danada - fica a dar voltas e voltas até formar um nó. As perguntas se amontoam como roupa suja que você teima em deixar do lado da máquina. Acho que preciso de uma casa nova. Chega um tempo de mudança, um tempo em que é preciso ter novos desafios. Encontrar o lar ideal é um deles. Ela não precisa ser grande, mas precisa ter alma e espaço suficiente para abrigar um coração que vive querendo mais e mais e mais da vida. Essa, que por aqui segue cheia de pontos curvados de interrogação. Creia: eu também não encontro gente suficientemente inteligente para responder às minhas questões.
'S Wonderful! 'S Marvelous! You should care for me! 'S awful nice! 'S paradise! 'S what I love to see!
segunda-feira, novembro 14, 2011
I've made up my mind,
Don't need to think it over,
If i'm wrong i am right,
Don't need to look no further,
This ain't lust,
I know this is love but,
If i tell the world,
I'll never say enough,
Cause it was not said to you,
And thats exactly what i need to do,
If i'm in love with you,
Should i give up,
Or should i just keep chasing pavements?
Even if it leads nowhere,
Or would it be a waste?
Even if i knew my place should i leave it there?
Should i give up,
Or should i just keep chasing pavements?
Even if it leads nowhere
I'd build myself up,
And fly around in circles,
Wait then as my heart drops,
And my back begins to tingle
Finally could this be it
Should i give up,
Or should i just keep chasing pavements?
Even if it leads nowhere,
Or would it be a waste?
Even if i knew my place should i leave it there?
Should i give up,
Or should i just keep chasing pavements?
Even if it leads nowhere
Should i give up,
Or should i just keep chasing pavements?
Even if it leads nowhere,
Or would it be a waste?
Even if i knew my place should i leave it there?
Should i give up,
Or should i just keep chasing pavements?
Even if it leads nowhere
domingo, novembro 13, 2011
sexta-feira, novembro 11, 2011
quinta-feira, novembro 03, 2011
quarta-feira, novembro 02, 2011

A coisa mais injusta sobre a vida é a maneira como ela termina. Eu acho que o verdadeiro ciclo da vida está todo de trás pra frente. Nós deveríamos morrer primeiro, nos livrar logo disso. Daí viver num asilo, até ser chutado pra fora de lá por estar muito novo. Ganhar um relógio de ouro e ir trabalhar. Então você trabalha 40 anos até ficar novo o bastante pra poder aproveitar sua aposentadoria. ... Aí você curte tudo, bebe bastante álcool, faz festas e se prepara para a faculdade.Você vai para colégio, tem várias namoradas, vira criança, não tem nenhuma responsabilidade, se torna um bebezinho de colo, volta pro útero da mãe, passa seus últimos nove meses de vida flutuando. E termina tudo com um ótimo orgasmo! Não seria perfeito?Charles Chaplin
segunda-feira, outubro 31, 2011
quinta-feira, outubro 27, 2011
Respeito é ouro
terça-feira, outubro 25, 2011
sábado, outubro 22, 2011
domingo, outubro 16, 2011
A guerra sob o olhar de uma criança

Eu nunca gostei dos filmes de guerra, principalmente daqueles nos campos de batalha, metralhadoras disparando relâmpagos, sangue voando pela tela, mutilação e dor. A idéia de ter uma guerra me assusta e deprime. Mas decidi encarar o filme de 1987 o Império do Sol, do Spielberg e, finalmente encontrei uma história de guerra fascinante e dramática, e que - aliás - é inspirada num livro semi-biográfico. Durante a II Guerra Mundial, um menino de 11 anos é o protagonista e o sobrevivente de um dos momentos mais terríveis do mundo moderno.
Christian Bale é ator principal da história. Ainda menino, escolhido a dedo pelo diretor, o inglesinho - na sua estréia no cinema - dá um show de interpretação e marca para sempre sua carreira talentosa na sétima arte.
A guerra ainda violenta, dura, insana, sob o olhar de uma criança pode ter beleza, poesia e doçura. Vale conferir!
terça-feira, outubro 11, 2011
segunda-feira, outubro 10, 2011
Cinema Paradiso

Uma linda história sobre infância, sonhos, amizade, morte, paixão. Foi no meio das férias que revi o filme do diretor italiano Giuseppe Tornatore. Há muito tempo eu tinha visto trechos do filme de 1988, sem prestar muito atenção. Mas agora, numa noite calma, de brisa fresca na Bahia, decidimos ver o filme, que se mostrou como uma grande surpresa. Toto, o personagem principal representa a curiosidade, a paixão pela vida, pelo novo, no caso dele - pelo cinema - e por seu grande amigo Alfredo. Mas depois de adulto, ele também representa o descaso, o esquecimento das raízes, uma melancolia preciosa.
O filme me fez rir e chorar, me deixou com um sentimento de crença nas relações, nas histórias mais bonitas que podemos criar uns com os outros. Uma espécie de história para renovar a alma, como aquelas canções que a gente põe pra tocar e ficar feliz da vida. Esse é o meu sentimento sobre o filme: que apesar de ter alguns dramas - como na realidade - no final a gente fica feliz ( e muito) com a vida. Quem não viu, que o veja!
terça-feira, setembro 27, 2011
quarta-feira, setembro 21, 2011
quinta-feira, setembro 15, 2011
quarta-feira, setembro 14, 2011
domingo, setembro 04, 2011
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