I bet you look good on the dancefloor
I don't know if your looking for romance or...
'S Wonderful! 'S Marvelous! You should care for me! 'S awful nice! 'S paradise! 'S what I love to see!
terça-feira, agosto 14, 2012
sábado, agosto 11, 2012
quarta-feira, agosto 08, 2012
J'adore!
"Même si tu as des problèmes tu sais que je t'aime ça t'aideras
Laisse les autres totems, tes droles de poèmes et viens avec moi".
segunda-feira, agosto 06, 2012
E que venha o "islã das luzes"
Um dia todos os homens vão amar e respeitar suas mulheres, seja aqui ou naquele oriente machista e opressor que enfia burca nelas. Pelo menos é o que passou na minha cabeça quando vi esse filme.
O longa "La source des femmes", do diretor romeno Radu Mihaileanu (o mesmo do engraçadíssimo "O concerto" ) usa o humor para narrar o drama e a guerra entre os sexos numa aldeia muçulmana no Magreb, norte da África. Inteiramente falado na língua árabe, a coprodução da França, Bélgica e Itália concorreu à Palma de Ouro em Cannes de 2011. E mereceu viu!
Musical e festivo "A fonte das Mulheres" lança um olhar diferente sobre o islã. Mostra que existem sim, pessoas capazes de revolucionar a sociedade careta e estúpida que reina por lá. Na pequena aldeia, que vive do turismo porque a seca, o desemprego e a falta de vontade política deixaram eles parados no tempo, as mulheres são obrigadas a realizarem o trabalho pesado. Como por exemplo, buscar a água no alto de uma colina. Sempre levando baldes nas costas várias delas - inclusive grávidas - caem, se machucam e algumas perdem os filhos.
Cansada disso a forasteira Leila ( Leila Bekhti, de "O profeta"), uma das raras mulheres que sabe ler, lidera uma greve de sexo, procurando forçar os homens locais a se mexerem para resolver os problemas do povoado. A greve vira quase uma guerra.
O marido de Leila, Sami (Saleh Bakri, "A banda"), está entre os homens liberais, é professor, ensina a mulher a ler, respeita os arroubos da amada e tolera o passado da jovem. É um exemplo de árabe, islamita, ou que seja, a ser seguido. Porém dezenas de homens da aldeia recebem a idéia com intolerancia e impaciencia e partem para agressão. Lá pelas tantas, por ser tratar do mundo árabe, a questão religiosa tenta se impor.
O filme trata de assuntos sérios, e são as canções (que no início me deixaram em dúvida se deveriam ser inseridas ou não), que tornaram a história mais leve. Afinal, como tratar de assuntos que afrontam o fundamentalismo religioso, cultural e social?! Para o diretor, não houve problemas, acho que ele colocou o dedo na ferida certa principalmente em uma época onde vimos várias rebeliões e quedas de líderes no mundo árade (Síria, Egito).
Religião, cultura, atraso, machismo, opressão e vitória. Os ingredientes certos para mostrar que "o islã das luzes" está por vir, e nele homens e mulheres serão todos iguais.
segunda-feira, julho 30, 2012
Now you just somebody that I used to know
Sonzera do Gotye, que tem a voz beeem parecida com a do Sting!
segunda-feira, julho 23, 2012
sexta-feira, julho 20, 2012
(e são poucos)
Vamos!
Corram!
Imperativos.
Hiperativos.
O mundo é deles.
Ao meu redor.
Cantam, confabulam.
Choram, crescem.
Nada me dói tanto quanto magoá-los.
O riso deles é a melhor parte do meu dia.
E os dias são high high high
E em alguns segundos nem.
Colhem o melhor da vida
Vão embora
Constroem lares
Geram filhos.
Não sei como
Nem por causa de quê
Comem relativamente pouco
Bebem muito
Ou já beberam
Uns tem a pele rosada
Outros cachos negros
Algumas covinhas
Outras pintinhas
São todos tão únicos
Mas simultaneamente tão meus.
Amo-os
(e são poucos)
Para sempre
Meus amigos.
quarta-feira, julho 18, 2012
Obrigada
O ar condicionado esquenta o quarto
Abro a porta e sinto aquela inconstância dos climas opostos
Tem dias que olho o passado
Com a nostalgia doce dos pequenos gestos
Inúteis, mas precisos.
Nas esquinas nada é novo
E tudo se transforma
Faz frio
Como não fazia há tempos
Reluto.
Mas a mudança está bem na cara
Logo ali na minha frente
Um mundo doudo de aventuras
O varal está vazio.
Eu ainda não disse
O que mais importava
Obrigada!
*
terça-feira, julho 17, 2012
Pensée profonde
"Mais quand quelqu'un qu'on aime mort...alors je peux vos dire qu'on ressent ce que ça veut dire et ça fait très très très mal. C'est comme un feu d'artifice qui s'éteindt d'un coup et tout devient noir. Je me sens seule, malade, j'ai au coeur et chaque mouvement me coûte des efforts colossaux".
(L'élégance du hérisson, Muriel Barbery).
domingo, julho 15, 2012
sábado, julho 14, 2012
Quando uma guerra nos leva longe
Acho o máximo ver as estrelas, estudar os planetas e tentar desvendar os mistérios do universo. Sou apaixonada por observatórios e planetários. Sempre tive uma queda pela astronomia (vai ver é por isso que vivo no mundo da lua)! Mas eu nunca tinha parado para ler, ver ou ouvir a história da corrida espacial e foi lá, no meio da Livraria Cultura, que apareceu bem na minha frente o blue ray que poderia matar a minha curiosidade cósmica. Comprei o documentário da BBC "Space Age - A história na Nasa" esperando saber a história dessa agência espacial tão famosa e apaixonante, mas fui pega de surpresa com a qualidade do material desenvolvido. Imagens reveladoras, alta definição, depoimentos emocionantes e um fio condutor que mostra derrotas e vitórias da tentativa do homem em desvendar a vastidão do universo.
Assistindo os episódios eu lembrei dos primórdios da exploração espacial motivada pela famosa Guerra Fria que tanto estudei nas aulas de História e Geografia. A briga entre os EUA e a URSS (a antiga União Soviética, lembram?), nos levou longe. Muito longe! Graças a essa briga fomos parar na gravidade zero, num lugar cheio de coisas para descobrir. Uma guerra que levou a humanidade a sair do planeta e ver que ele é ainda mais bonito quando é visto de longe.
"A Terra é azul. Como é maravilhosa. Ela é incrível"! - Yuri Gagarin, primeiro homem a ir para o espaço.
Vendo os astronautas e os cosmonautas (adoro essa definição russa), dá uma vontade de embarcar naqueles foguetes, atravessar a estratosfera e ficar na órbita da terra só olhando aquela bola azul e gigante. Num dos depoimentos um astronauta diz que se o tempo está bom é possível ver litorais inteiros e alguns continentes, e que eles são iguaizinhos aos dos mapas. Me arrepio só de imaginar essa visão lá do alto.
Mas calma, nem tudo é tão poético assim. Os episódios passam por momentos reais de suspense como o que aconteceu com a Apollo 13, problemas em naves e até tragédias como a do ônibus espacial Challenger, com toda a tripulação morta. Sem esquecer dos percalços do Hubble, a máquina fotográfica mais cara do universo. Porém tem cenas e relatos maravilhosos como a chegada do homem a lua. Coisa que eu até desacreditava um pouco, afinal eu não estava viva para ver, e no mais, duas super potências brigavam para ver qual tinha mais poder tecnológico, como a Rússia já tinha dado o pontapé inicial com o primeiro homem no espaço, Yuri Gagarin, sobrou para os americanos a chegada a lua. Era muito mais uma questão de honra, entende?!
"Este é um pequeno passo para o homem, um salto gigantesco para a humanidade" - Neil Armstrong, 20 de julho de 1969.
O importante é que eles foram! Chegaram, fotografaram, filmaram....fizeram do momento um espetáculo, um sonho que graças a tecnologia - dá-lhe blue ray - ficou ainda mais bonito de se ver. Ahhh mas porque não voltam para a lua??? Em HD seria melhor ainda...ora, porque agora não vale a pena repetir. Para quê gastar milhões de dólares se já fomos na lua e não tem nada lá. Agora, a ambição tem que ser outra. Há um universo incrível nos esperando, planetas, galáxias, estrelas cadentes, corpos cósmicos indecifráveis, bilhões e bilhões de constelações e todos continuarão ali. Para sempre! Bem no céu, sob nossas cabeças, por milhares de anos.
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sexta-feira, julho 13, 2012
sábado, julho 07, 2012
Etc e tal
Puxões de cabelo. joelhos novos. rocknroll. chocolate que não engorda. pernas finas.
ceva na torneira. não dormir como uma vampira. crianças. feriados. dentes ainda mais brancos.
tempo. tapis rouge. abrir supercílios alheios. jazz ao vivo. praia. boca vermelha.mais museus.
não sofrer. grafite. minha mãe. desafios. fotos. mordidas. viagens. Um vestido azul.
Foo Fighters. faxineira. milhões. risadas. beijinhos no ombro. livros. full time to paint.
cachos. gols do Grêmio. sol. chimarrão. finais de semana. um piano. paz. art nouveau.
louça limpa. casa limpa. Red hot. aviões. time lapse. água. um poema ao pé do ouvido.
flores. gargalhadas. café na cama. almoço na cama. janta na cama. filmes.
cócegas. nunca ter ressaca. amor. fones de ouvido. ACDC.
;)
quinta-feira, julho 05, 2012
sexta-feira, junho 29, 2012
quinta-feira, junho 21, 2012
quarta-feira, junho 20, 2012
Essa música tem dono
I don't eat
I don't sleep
I do nothing but think of You
I don't eat
I don't sleep
I do nothing but think of You
You keep me under your spell
You keep me under your spell
You keep me under your spell
Hey ! - Ye!
I was wondering did You know different between love and obsession
No!
And whats the different between obsession and disare
I don't know!
Do You think this feeling can last forever?
You mind forever ever ?
Sure!
God , i hope so!
Me too !
I don't eat
I don't sleep
I do nothing but think of You
I don't eat
I don't sleep
I do nothing but think of You
You keep me under your spell
You keep me under your spell
You keep me under your spell
quinta-feira, junho 14, 2012
terça-feira, junho 12, 2012
segunda-feira, junho 04, 2012
Na parede
" Na conversa eu perguntei qual o sinal da paixão incondicional: Comprar aliança? Casar? Viver junto? Ter filhos? Repartir as contas?
O quê afinal? De que modo expressaria o fim da busca?
Ela me olhou. Tirou os óculos e envelheceu dez anos. Pedi para que colocasse os óculos para voltar
à minha idade. Alinhou as lentes e respondeu: - Fazer um retrato pintado com ele.
Pensei e vi que tinha razão. Um retrato na parede pára o tempo dentro de casa. Não há saída: o ceticismo é uma fé ao contrário. E pensando com calma, vi que a moldura pode ser uma aliança".
Lendo esse trecho me dei conta que isso já foi. Agora é esperar que o pó não deixe a tela envelhecer rapidamente.
O quê afinal? De que modo expressaria o fim da busca?
Ela me olhou. Tirou os óculos e envelheceu dez anos. Pedi para que colocasse os óculos para voltar
à minha idade. Alinhou as lentes e respondeu: - Fazer um retrato pintado com ele.
Pensei e vi que tinha razão. Um retrato na parede pára o tempo dentro de casa. Não há saída: o ceticismo é uma fé ao contrário. E pensando com calma, vi que a moldura pode ser uma aliança".
Lendo esse trecho me dei conta que isso já foi. Agora é esperar que o pó não deixe a tela envelhecer rapidamente.
domingo, junho 03, 2012
sexta-feira, junho 01, 2012
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