segunda-feira, julho 30, 2007

Mimos da próxima estação

Enquanto a primavera não chega, fashionistas de plantão, mocinhas antenadas e modismos das passarelas já invadem as lojas e o composite de muita gente. Se os tamanhos das roupas ficam cada vez mais micros, os acessórios ficam maiores, bem maiores. Além da maxibolsa, superplataforma, hipercinto e um batalhão de pulseiras que são o que há de atual, os brincos, por exemplo, serão o quente da próxima estação.
Quanto maior, melhor. Pequena dúvida: se o brinco é tão grande, é melhor usar o par ou de um lado só? Não esquenta, para não errar na hora de montar o look da vez, leve sempre em conta dois fatores relevantes: o cabelo e os outros acessórios. O look da Cia Marítima, ali na foto, é composto por uma única peça. Além dos brincões, os anéis também são tudo. Fiquei fallin por esse com as inscrições do Ana B’Coach – a reza mais poderosa dos cabalistas. A criação é da designer Sandra Wakswaser, da Deluz, em SP. O acessório pode ser em ouro - que sai por R$ 1.100 – ou em prata – R$ 120. Lindo, lindo! Encomendas só no fone: (11) 3071-2528.
No quesito acessórios já foram dadas as wonder dicas. Vale lembrar que os minis serão tudo. Shortinhos e vestidinhos em cores vivas, bem vivas serão a febre. Vermelho tomate, azul royal, laranja-cenoura, tudo bem colorido para dias de sol e noites de festa. Sem esquecer do brilho metálico, quem tem cara e coragem pode investir em roupas, sapatos e bolsas metálicas. Mas não usa tudo junto que fica over. Para completar o dress up, perfume-se. Lançamentos é o que não faltam, Burberry Summer, Be Delicious by DKNY e o Dark by JLo, são as delícias aromáticas pro veranico que logo chega.

quarta-feira, julho 25, 2007

O modelo de moralidade lulista: sobra dinheiro para os azulejos, mas falta para os radares e o grooving

Onde está Lula? Lula está de cama. Duzentas pessoas morreram no acidente da TAM. No dia seguinte, Lula preferiu ficar em repouso, de olhos fechados, de barriga para cima, depois de sofrer uma cirurgia cosmética. Sobre os 200 mortos do acidente da TAM, ele se calou. Ele se escondeu. Assim como se calou e se escondeu quando foi vaiado nos Jogos Pan-Americanos. Pode-se argumentar que Lula, o Churchill de Garanhuns, é melhor calado do que falando. Mas é temerário ter um presidente que sempre amarela na hora do aperto.

Ao ser reeleito, em outubro do ano passado, Lula declarou que continuaria a governar para os mais pobres. No setor aéreo, isso se traduziu num descaso criminoso que culminou com os 200 mortos do acidente da TAM, independentemente das falhas do aparelho. O eleitorado de Lula é formado por gente que nunca voou. Quem morre em acidente aéreo é aquela parcela minoritária dos eleitores que sente ojeriza por ele. Na China, Mao Tsé-tung puniu a burguesia obrigando-a a trabalhar em fábricas e em campos de arroz. No Brasil, a luta de classes lulista puniu a burguesia transformando os jatos da Airbus em paus-de-arara.

Os pilotos apelidaram a pista principal do Aeroporto de Congonhas de "Holiday on Ice". Isso significa que os passageiros assumiram o papel de chimpanzés patinadores. A Anac autorizou a reabertura da pista antes que sua reforma fosse concluída. A Anac é o retrato perfeito da pilhagem lulista. Milton Zuanazzi, seu presidente, fez carreira como secretário de Turismo do Rio Grande do Sul. A melhor credencial que ele tem para ocupar o cargo é a carteirinha do PT. Uma das diretoras da Anac, Denise de Abreu, era assessora jurídica de José Dirceu na Casa Civil. Outro diretor da Anac, Leur Lomanto, é ligado a Geddel Vieira Lima e, alguns anos atrás, foi acusado de negociar vantagens para se filiar ao PMDB. O que um secretário de Turismo, uma procuradora do estado e um deputado do interior da Bahia podem saber sobre segurança aérea? Pergunte ao Lula, quando ele decidir sair da cama. Eu me sentiria mais seguro se seus cargos na Anac fossem ocupados por chimpanzés patinadores.

Em abril, sete meses depois do acidente da Gol, enquanto os deputados do PT tentavam abafar a CPI Aérea, Lula se reuniu sorrateiramente com Carlos Wilson num hotel do Recife. Carlos Wilson presidiu a Infraero no primeiro mandato de Lula e é lembrado por ter reformado os aeroportos com os azulejos da Oficina Brennand, de propriedade de sua mulher. É o modelo de moralidade lulista: sobra dinheiro para os azulejos, mas falta para os radares e o grooving. Outro modelo de moralidade lulista é Luis Fernando Verissimo. Ele disse que prefere ficar calado diante das "mutretas" do lulismo porque teme ser confundido com os reacionários. É o mesmo argumento usado pelos stalinistas para acobertar os crimes do comunismo. Pode roubar, desde que seja para combater o inimigo. Pode matar? Pode, sim. Só uns 200 reacionários de cada vez.
Texto extraído da Revista Veja desta semana, de autoria do "ame-o ou deixe-o", Diogo Mainardi.

quinta-feira, julho 19, 2007

A semana não foi boa

Não quero me somar a legião de veículos internéticos que falam da péssima pauta da semana. Estou fora, estou farta. Enquanto a política cobre polícia, delegacias, crimes e velórios, eu aqui, no espaço wonder prefiro ficar quieta.
Mil minutos de silêncio.

terça-feira, julho 17, 2007

Que falta faz um day off

Quero cama, colo e cobertor. O resto é consequência.

sábado, julho 14, 2007

Direto da Polícia Federal

Quando a política vira caso de polícia, nós os repórteres que gostamos de escrever sobre as brigas político-partidárias, as manobras dos agentes polítcos, o jogo de cartas marcadas e o universo pra lá de cabeçudo da ciência política, ao encontrarmos nossa pauta ligada diretamente ao setor policial descobrimos cada coisa!
Foram três dias falando com delegados, agentes e esperando por mais de oito horas o final de um depoimento.
Se foi bom ou ruim? Foi ótimo, nada como um batismo de sangue na reportagem diária em meio a uma fraude daquelas! E o melhor de tudo, temos informações e uma sorte do caralh*, que nos deixam bem perto do final. Chora concorrência, chora! Eles erram em números, têm medo de expor a verdade e pior - quando dão o furo - logo logo acham o antídoto para o problema que causaram, sem querer ir a fundo na verdade! Nada como um dia após o outro. Saudades do meu bloguinho querido...ah, em breve as fotos do aniversário mais maluco da cidade.

segunda-feira, julho 09, 2007

Desnaturados! E no meio daqueles zilhões de presentes como é que nenhum dos meus amigos me deu o cd novo da Jen, heim? heim? heim?

sexta-feira, julho 06, 2007

Eu poderia ficar falando falando e falando, ou melhor, teclando, teclando, teclando mas a minha cabeça ainda tá zonza e a utilização dos poucos neurônios sóbrios que me restaram foi feita durante a minha jornada de trabalho na redação. Fica pra depois, ok?! Por enquanto, vivo a consequência do pós-festa.
beijo.

quinta-feira, julho 05, 2007

quarta-feira, julho 04, 2007

segunda-feira, julho 02, 2007

Nervosinha da semana

Mandar emails, mensagens, convites, fazer telefonemas e esperar que todos que eu amo, admiro, gosto, adoro ou respeito estejam comigo na quinta me deixa numa baita expectativa!

domingo, julho 01, 2007

Acordei em julho com vontade de...

- Mandar algumas pessoas a le merde
- Comer nachos del Pueblo
- Beber até cair
- beijar até perder o folêgo
- bolsas novas
- noites quentes
- mais livros na cabeceira
- ver minhas amigas com mais freqüência
- ouvir mais meu pai
- brigar menos com a minha mãe
- perfumes, milhões deles
- ter a minha casa
- beber lemoncello
- sapatilhas vermelhas
- ter cabelo comprido, de novo
- ajudar a quem precisa
- sair de casa
- ver meu amor.

sexta-feira, junho 29, 2007

Elas voltaram!

Na minha adolescência eu não amava o Leonardo Di Caprio nem o Brad Pitt, vocês acham que eram os Backstreet Boys? Negativo. Eu simplesmente amava a girl band britânica que enlouqueceu a música pop. Hoje, quando li no Estadão que as Spice Girls voltarão para uma turnê mundial, falei: tô dentro. 24 de janeiro de 2008 é a previsão das apimentadas na Argentina...ai, ai, ai....pode ser clichê, brega ou qualquer coisa mas que eu vou, ah eu vou. Victoria, Melanie C, Geri , Emma e Mel B.

terça-feira, junho 26, 2007

Na veia da nêga

(pra quem seria?!)*

Olha a nêga que vem chegando
Ela chega desconcertando
Ela mexe que mexe
Ela é de finesse

Na veia da nêga corre amor
Na veia da nêga corre o som
A veia da nêga é forte
Na veia da nêga corre sangue bom

Essa nêga ela vem cantando
E a vida ela vai levando
Ela samba que samba
Ela sabe que é bamba

A veia da nêga é nagô
Na veia da nêga corre o dom
A veia da nêga é forte
Na veia da nêga corre sangue bom

Eu quero ver o que é que tem na veia da nêga
Quero saber o que é que tem a veia da nêga
Tem balanço, tem
Alegria também (tem)
Na veia da nêga corre sangue bom do bem

RAP:
Um brinde ao sangue da nêga que eu bebo e me embriaga
Nêga do sangue de fogo que não apaga
Nêga que chega, que chega, chega chegando, mulher
Se melhorar estraga
Não corre quando o bicho pega
A nêga não se entrega
O vinho da nêga é forte
É o forte da minha adega, melhor pedida
E quando a nêga chega eu sinto um frio na barriga
Faço o que ela obriga, digo o que ela quer que eu diga
Obrigado, nêga, você me castiga, mas me instiga
Me toma feito droga
Fico tonto feito tronco de jangada numa onda que joga
A nêga tira onda, dá nó em pingo de chuva
Vai só na boa, me ensaboa, me enxágua e enxuga
Não sei que sangue tem na veia da nêga
Mas essa nêga é morcega
E ainda bem que essa morcega me suga !

*Esse é o som novo da Luciana Mello, que faz um som lindo e de responsa e que cá entre nós, caiu tão bem pra Nêga que vos escreve. E não sou eu que me auto denomino nêga, negativo.
Meus três amores me chamam assim: Mau, Tali e Ci. E tenho dito!

domingo, junho 24, 2007

Um certa preguiça...

deve ser porque o inverno chegou!

terça-feira, junho 19, 2007

Mapa Mundi

Sim eu sei que meus amigos não têm filhos, mas quando os tiverem, recomendo: pintem o mapa mundi nas quatro paredes do quarto deles para que não cresçam vendo as coisas de um jeito provinciano.

Lá em casa não havia pintura, mas até meus 16 anos, um belíssimo mapa-mundi estampava a minha parede!

quinta-feira, junho 14, 2007

Dois anos e um mês depois


Lá em 23 de maio de 2005 eu avisei sobre um cantor que eu estava apaixonada, que cantava, tocava e escrevia muito. Hoje, ele está nas paradinhas bobinhas de sucesso, na trilha da novela das 8, e vem jornalista bestinha de jornal e revista falar em NOVA REVELAÇÃO DA soul music. Sem querer me gabar: o amigo tá atrasado heim?!
Para vocês entenderem, falei do John Legend, o carinha do vídeo acima. Publiquei um texto falando dele e sua sonoridade aqui no blog em maio de 2005. Como diz uma amiga minha: quem sabe, sabe!!!
Tô metida?! Não, só alguns anos luz na frente de muitos por ai.

quarta-feira, junho 13, 2007

Três jornalistas e a mesma conclusão


Convidei duas das melhores jornalistas que conheço no mercado para relatarem a experiência do último dia 12.06.2007, no Pepsi on Stage, em Porto Alegre.

Andressa Pesce*
O assunto agora é sério, o assunto agora é Lauryn. "Como foi o show?". Todo mundo me vem com a mesma pergunta. E a minha resposta é sempre seca: "Estranho". Porque ainda não consegui traduzir em palavras o que sinto quando lembro do show... empurra-empurra, ritmos fora da minha batida. O melhor da noite? Foto da Pepsi com Polaroid. E o Falcão do Rappa ao meu lado, é claro. Lauryn, que decepção.
* Jornalista e produtora do Canal Rural

Cibele Carvalho*
Estava ansiosa pelo show, fui uma das primeiras que comprou o ingresso a 90 reais e ainda me meti em miliuma promoções pra tentar descolar outro. Eu e meu namorado iríamos mesmo que não fosse um programa diferente para o dia dos namorados, mesmo que ele fosse "só" o show da Lauryn Hill. Tirando o atrolho (a produtora engordou o porquinho "reavaliando" o espaço), esperava pela "diva", suas baladas românticas (afinal, era dia dos namorados) e todo o swing da soul music. Nessa aí caí do cavalo. Tudo bem que num show os arranjos são diferentes, mas não a ponto de que se colocasse o Chiclete com Banana no palco pareceria igual! Uma batucada que ora nem nexo tinha, uma Lauryn com comportamento de diva, dando pito e fazendo cara feia para seus companheiros de palco, mais microfonia, som muito alto e chiado vez ou outra. O que salvou o show, e tirou minha voz, foram suas canções do tempo de Fugees, Ready or Not e Killing me Softly. Com uma pegada muito mais hip hop ao vivo, apresentou To Zion, That Thing, Everything is Everything e ainda uma versão de Iron, Lion, Zion, do Bob Marley, que a fizeram suar no palco. E numa noite nem um pouco fria, em um show onde se pula o tempo todo, pra que usar capa de chuva , gravata borboleta gigante e boné por cima da cabeleira, parecendo uma militante dos sem-terra? Me decepcionei um pouco, ainda mais que a moça saiu do palco sem nem dar tchau e sem direito a bis, fiquei esperando, até me dar conta que os roadies já recolhiam os instrumentos. Enfim, não era tudo que imaginava. Mas pelo menos estava em boa companhia e curti o que deu bem agarradinha.
* Jornalista e repórter da Revista Evidência

Priscilla Casagrande*
Quando o locutor gritou: com vocês Miss Lauryn Hill. Pensei, ela vai estar deslumbrante. Sete minutos depois um choque anafilático para o meu corpo. Lauryn era uma catadora de papel, estava com o cabelo no estilo Assolan, boné de militante, brincos dos anos 70 e para piorar, uma capa de chuva pavorosa! Até os 45 do primeiro tempo achei que aquilo era marra. Logo depois, ela tiraria o casaco e nos levaria a loucura. Negativo. Todos os arranjos das músicas foram modificados, os acessos de briga com os músicos foram desnecessários, a produção errou na sonorização e Lauryn gritou tanto que acabou ficando mais rouca do que já é. Resumo da Ópera: nada como um show de um artista que está no auge. Lauryn já passou, sua fase e seus grammys estão guardados em algum especial do ano 2000 da MTV.
*Jornalista e repórter do Jornal Correio do Povo

domingo, junho 10, 2007

Entre chuvas e trovoadas.

Se há um quê de libertinagem nisso tudo, okey. Tem e eu admito. Nem o frio, nem a chuva, nem a queda de luz, são capazes de nos parar. Casa vazia, silêncio. Percebo os raios que queimam o céu. Amo a chuva. A natureza é capaz de manifestar perfeitamente as revoltas do meu coração. Nasci num dia desses. Lembram-me bem. Enquanto Iansã e Xangô se quebram lá nos confins do universo, mandando seus raios e trovoadas como provas de quem consegue brigar, gritar e bravejar mais alto. Nós, simples mortais, estamos felizes nos conforto de um quarto escuro. Eu brigo, sim, grito, também e tenho todo o direito de achar que a chuva é simples e puramente uma influência minha.
Posso?!

quinta-feira, junho 07, 2007

Que venha o Boca!

É matar ou morrer

Toda quarta-feira é assim, mantando aula de italiano e morrendo pelo Grêmio a cada partida.
Ontem, não foi diferente, etá time que gosta de nos fazer sofrer. Acabou com as minhas unhas, mas me garantiu uma festa com comemoração, dj trajado à lá tricolor e um after night de gol de placa...içaaa!!!

sábado, junho 02, 2007

Cuidado, eu ponho fogo!

Como disse Galeano:

O mundo é isso. Um montão de gente, um mar de fogueirinhas. Cada pessoa brilha com luz própria entre todas as outras. Não existem duas fogueiras iguais. Existem fogueiras grandes e fogueiras pequenas de todas as cores. Existe gente de fogo sereno, que nem percebe o vento, e gente de fogo louco, que enche o ar de chispas. Alguns fogos, fogos bobos, não alumiam nem queimam; mas outros incendeiam a vida com tamanha vontade que é impossível olhar para eles sem pestanejar, e quem chegar perto pega fogo.

quinta-feira, maio 31, 2007

Pergunta

Aonde é que foi parar o veranico de maio, heim?!