Você enfia a cara nos livros e acha que assim resolve.
pesquisa, estuda, lê, escreve, e crê que pensar é isso.
não acredita em Deus, mas é capaz de ter fé em Marx,
o que me faz supor que o que você ama mesmo é a
coerência
o resto é figuração.
é a idéia do caos que te perturba?
ora, ele é apenas o pai da liberdade,
e os pais morrem antes dos filhos, lembra?
sossega então meu rei: bem aventurados os que voam,
pois deles será o reino do céu.
'S Wonderful! 'S Marvelous! You should care for me! 'S awful nice! 'S paradise! 'S what I love to see!
segunda-feira, abril 07, 2008
sábado, abril 05, 2008
terça-feira, abril 01, 2008
Traumatologista marcado
Se meus joelhos
Não doessem mais
Diante de um bom motivo
Que me traga fé
Que me traga fé...
Se por alguns
Segundos eu observar
E só observar
A isca e o anzol
A isca e o anzol
A isca e o anzol
A isca e o anzol...
Ainda assim estarei
Pronto pra comemorar
Se eu me tornar
Menos faminto
E curioso
Curioso...
O mar escuro
Trará o medo
Lado a lado
Com os corais
Mais coloridos...
Valeu a pena
Êh! Êh!
Valeu a pena
Êh! Êh!
Sou pescador de ilusões
Sou pescador de ilusões...
Não doessem mais
Diante de um bom motivo
Que me traga fé
Que me traga fé...
Se por alguns
Segundos eu observar
E só observar
A isca e o anzol
A isca e o anzol
A isca e o anzol
A isca e o anzol...
Ainda assim estarei
Pronto pra comemorar
Se eu me tornar
Menos faminto
E curioso
Curioso...
O mar escuro
Trará o medo
Lado a lado
Com os corais
Mais coloridos...
Valeu a pena
Êh! Êh!
Valeu a pena
Êh! Êh!
Sou pescador de ilusões
Sou pescador de ilusões...
quarta-feira, março 26, 2008
quinta-feira, março 20, 2008
domingo, março 16, 2008
quinta-feira, março 13, 2008
Que vuelvas
Enquanto estava no salão eu e a manicure cantávamos muita Shakira e a música que me bateu forte a saudade foi essa:
¿Y qué voy a hacer con mi despiste selectivo
y con mi sueño frustrado de aprender a cocinar?
¿Y qué voy a hacer con los domingos y feriados?
Ningún plan es apropiado cuando intento no pensar
¿Dime acaso a dónde vas, ahora que no estoy?
¿Dime acaso a dónde voy, ahora que no estás?
¿Qué me inventaré pare decirle al mundo entero
si me ven tumbada al suelo y sin más ganas de volar?
¿Cómo escondo este par de alas rotas y las suelas de mis botas cansadas de caminar?
¿Dime acaso a dónde vas, ahora que no estoy?
¿Dime acaso a dónde voy, ahora que no estás?
Yo quiero que vuelvas
que te están reclamando
mis labios que hace tiempo no besasyo quiero que regreses
¿no ves que hasta mis manosde tanto no tocarte me duelen?
me duelen...
¿Y qué voy a hacer si mi barbilla llega al pisoy
aunque intente la sonrisa no me sale natural?
Si ya me han visto con la mirada perdida, unas cuantas libras menos y unas lágrimas de más
¿Dime acaso a dónde vas, ahora que no estoy?
¿Dime acaso a dónde voy, ahora que no estás?
Yo quiero que vuelvas
que te están reclamando mis labios que hace tiempo no besas
yo quiero que regreses
si sabías que eras para mí
siempre quisiste estar aquí
aún no entiendo cómo, cuándo, dónde
ni por qué te perdí
yo no sé vivir así
Yo quiero que vuelvas...
Yo quiero que regreses...
Yo quiero que vuelvas
que te están reclamando mis labios que hace tiempo no besas
yo quiero que regreses
¿no ves que hasta mis manos de tanto no tocarte me duelen?
me duelen...
¿Y qué voy a hacer con mi despiste selectivo
y con mi sueño frustrado de aprender a cocinar?
¿Y qué voy a hacer con los domingos y feriados?
Ningún plan es apropiado cuando intento no pensar
¿Dime acaso a dónde vas, ahora que no estoy?
¿Dime acaso a dónde voy, ahora que no estás?
¿Qué me inventaré pare decirle al mundo entero
si me ven tumbada al suelo y sin más ganas de volar?
¿Cómo escondo este par de alas rotas y las suelas de mis botas cansadas de caminar?
¿Dime acaso a dónde vas, ahora que no estoy?
¿Dime acaso a dónde voy, ahora que no estás?
Yo quiero que vuelvas
que te están reclamando
mis labios que hace tiempo no besasyo quiero que regreses
¿no ves que hasta mis manosde tanto no tocarte me duelen?
me duelen...
¿Y qué voy a hacer si mi barbilla llega al pisoy
aunque intente la sonrisa no me sale natural?
Si ya me han visto con la mirada perdida, unas cuantas libras menos y unas lágrimas de más
¿Dime acaso a dónde vas, ahora que no estoy?
¿Dime acaso a dónde voy, ahora que no estás?
Yo quiero que vuelvas
que te están reclamando mis labios que hace tiempo no besas
yo quiero que regreses
si sabías que eras para mí
siempre quisiste estar aquí
aún no entiendo cómo, cuándo, dónde
ni por qué te perdí
yo no sé vivir así
Yo quiero que vuelvas...
Yo quiero que regreses...
Yo quiero que vuelvas
que te están reclamando mis labios que hace tiempo no besas
yo quiero que regreses
¿no ves que hasta mis manos de tanto no tocarte me duelen?
me duelen...
segunda-feira, março 10, 2008
A televisão
A televisão mostra o que acontece?
Em nosso país, a televisão mostra o que ela quer que aconteça; e nada acontece se a televisão não mostrar.
A televisão, essa última luz que te salva da solidão e da noite, é a realidade. Porque a vida é um espetáculo: para os que se comportam bem, o sistema promete uma boa poltrona.
Galeano, sempre Galeano.
Em nosso país, a televisão mostra o que ela quer que aconteça; e nada acontece se a televisão não mostrar.
A televisão, essa última luz que te salva da solidão e da noite, é a realidade. Porque a vida é um espetáculo: para os que se comportam bem, o sistema promete uma boa poltrona.
Galeano, sempre Galeano.
domingo, março 09, 2008
Que nem vinho...
Demi Moore consegue ser mais bonita do que as três filhas juntas.
As bonitas estampam a capa da revista Harper's Bazaar desse mês. E para quem não sabe as "bambinas" são frutos do casamento de Demi com o charmosérrimo Bruce Willis. Agora decida, quem é a mais parecida com o pai? E qual puxou a mãe?
As bonitas estampam a capa da revista Harper's Bazaar desse mês. E para quem não sabe as "bambinas" são frutos do casamento de Demi com o charmosérrimo Bruce Willis. Agora decida, quem é a mais parecida com o pai? E qual puxou a mãe?
segunda-feira, março 03, 2008
Porque é tão complicado escolher a data de uma festa sem ser a do nosso aniversário?!
Março chegou...e até agora não batemos martelo numa data boa para todos os convidados.
quarta-feira, fevereiro 27, 2008
quinta-feira, fevereiro 21, 2008
Quem não viu, perdeu!
Se tem uma coisa que eu amo no jornalismo é viver a pauta. Sair para a rua sem deadline e ficar horas e horas desvendando a história que tenho para contar. Na última semana fui pega de surpresa ao ter que fazer uma reportagem com um famoso criador de cobras de Porto Alegre. Pela primeira vez sem papel e caneta na mão a história começou com câmera e microfones sempre ligados. Nada de vt quadradinho, era pura mão na massa mesmo. Saímos eu, o Cris Soares (que por sinal foi meu cinegrafista lá na praia e é mto encarnado) e o seu Josmar - o motora que quase sempre me pega em casa às 5 da manhã. O trio passou o Lami e chegou numa zona rural, lindinha e com várias casas-sítios em estilo condomínio. Comecei no meio da rua de chão batido e acabei entre 30 jibóias lindas. O quê? Lindas? Isso mesmo!
Logo que chegamos na casa do Frank, ele recebeu a equipe com o seu maior e mais velho exemplar nos braços: o Abel, fiquei bege de medo. Daí fui conhecendo os animais como o Caim, a Rosinha, a Bananinha, a Doce de Leite e os vários animais de estimação de Frank, entre eles ratinhos de laboratório, cachorros e aranha. E no meio daquela zona Franciscana fui me deixando levar pelos animais, conhecendo a fantástica história do Frank, que morando sozinho se sente feliz e completo com a bicharada do seu serpentário. O amor pelos rastejantes começou desde que assistiu a um show do roqueiro norte-americano Alice Cooper abraçado a uma serpente, no começo dos anos 70, em São Paulo, foi ali que Frank se apaixonou pelos répteis.
Em suma a visita rendeu muita conversa, 3 fitas brutas, um rato que me deu susto (com meu gritinho e tudo no VT), 19 minutos no ar, uma cobra se alimentando e duas tentativas - mais ou menos sucedidas mas muito engraçadas - de pegar nas cobras sozinha. Além é claro do maior ibope daquele dia no Balanço Geral e uma fama de "corajosa" por onde é que eu passo!
segunda-feira, fevereiro 18, 2008
segunda-feira, fevereiro 11, 2008
Jornalismo é rua
Um repórter, para fazer bom jornalismo, tem que sair da redação e encontrar personagens que expliquem as reais dimensões do Brasil e sua situação social. Tenho medo do que acontece atualmente quando “hoje, o jornalista sai da reunião de pauta e vai direto para a Internet, ao invés de sair para às ruas".
terça-feira, janeiro 29, 2008
SIM

No início do mês, um aviãozinho sobrevoava o litoral gaúcho pedindo a Priscila em casamento. Passados alguns dias, o Informe Especial gostaria de saber se Priscila aceitou. Se você sabe de algo, mande e-mail para informeespecial@zerohora.com.br
domingo, janeiro 27, 2008
quinta-feira, janeiro 24, 2008
Gostar, gostar de alguém. Se preocupar, querer o seu bem
Vi pequenos gestos de carinho, respeito e afeição que tornaram meu dia mais pleno, mais puro, enfim, melhor.
segunda-feira, janeiro 21, 2008
A vez do flamingo
Ela chegou, chegando! Indico para todos a mais nova e deliciante blogueira do pedaço:
terça-feira, janeiro 15, 2008
segunda-feira, janeiro 14, 2008
VERÃO
Oh canseira danada essa! Apesar da cobertura na praia me render muito bronze estou cansada. 15 dias de uma jornada de mais de 12 horas de trabalho não matam, mas colocaram à prova de bala os nervos de aço da WonderNêga aqui.
O que eu mais senti?
Saudades, ora?!
Do mimo da minha mãe, do gringo e dos telefonemas demorados do meu pai, do meu bonitão, dos beijos no ombro, das amigas mais insanas do planeta vulgo Cibele e Andressa, dos bares em companhia da Taline, da Tati; dos papos com o Chemale, das risadas com o Olegário, da Louis Roni e do Clark Orengo. Da peruada da redação, do meu chefe que foi lá nos visitar, da minha cama, do meu quarto amarelinho, dos anjos barrocos pendurados pelas paredes, do meu gato sempre parado na porta do quarto, de música da boa, de ver documentários, dos meus perfumes, dos meus saltos altos lindos e das minhas sapatilhas cheias de charme.
Mas o saldo foi positivo: nenhuma mãe d´àgua, zilhões de entradas ao vivo, um biquini exclusivo, matérias bacaninhas, saudações da FGS, roupinhas nuevas, uma colega de quarto engraçadíssima, nenhuma festa, muitas porções de viola e uma vontade tremenda de matar a maldita piriquete ou seria piriguete???
O que eu mais senti?
Saudades, ora?!
Do mimo da minha mãe, do gringo e dos telefonemas demorados do meu pai, do meu bonitão, dos beijos no ombro, das amigas mais insanas do planeta vulgo Cibele e Andressa, dos bares em companhia da Taline, da Tati; dos papos com o Chemale, das risadas com o Olegário, da Louis Roni e do Clark Orengo. Da peruada da redação, do meu chefe que foi lá nos visitar, da minha cama, do meu quarto amarelinho, dos anjos barrocos pendurados pelas paredes, do meu gato sempre parado na porta do quarto, de música da boa, de ver documentários, dos meus perfumes, dos meus saltos altos lindos e das minhas sapatilhas cheias de charme.
Mas o saldo foi positivo: nenhuma mãe d´àgua, zilhões de entradas ao vivo, um biquini exclusivo, matérias bacaninhas, saudações da FGS, roupinhas nuevas, uma colega de quarto engraçadíssima, nenhuma festa, muitas porções de viola e uma vontade tremenda de matar a maldita piriquete ou seria piriguete???
sexta-feira, janeiro 11, 2008
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